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Estado de mistura e dispersão da fase borrachosa em blendas PVC/NBR - 2008

Termoplásticos modificados com elastômeros têm despertado grande interesse de pesquisadores e de indústrias devido à atraente relação custo/benefício e a possibilidade de aumento significativo da tenacidade sob impacto de polímeros frágeis com a incorporação de uma fase borrachosa dispersa. Este artigo mostra a relação entre o estado de mistura e a dispersão da fase borrachosa em blendas de poli (cloreto de vinila) (PVC) com borracha nitrílica (NBR). O estado de mistura de blendas poliméricas é um fator muito importante a ser considerado no desenvolvimento destes tipos de materiais, uma vez que determina o nível de mistura molecular das blendas. A característica estrutural do PVC é responsável pela morfologia das blendas PVC/NBR, sendo que há uma otimização de propriedades mecânicas quando as partículas de borracha formam a morfologia “ pseudo-network ”, ou seja, quando as partículas de borracha estão randomicamente dispersas entre as partículas primárias do PVC.



Palavras-chave: Poli (cloreto de vinila), PVC, borracha nitrílica, NBR, blenda PVC/NBR, estado de mistura, microrreologia, dispersão de fase borrachosa.



Introdução:


Blendas Poliméricas 


Nas últimas décadas, a busca de novos materiais com propriedades específicas a cada aplicação e comercialmente viáveis tem despertado grande interesse de pesquisadores.

As blendas poliméricas têm se mostrado uma excelente alternativa, uma vez que as propriedades físicas e químicas podem ser alteradas possibilitando a obtenção de materiais poliméricos para uma ampla gama de aplicações[1].


Blendas poliméricas são sistemas poliméricos originários da mistura física de dois ou mais polímeros e/ou copolímeros, sem que haja um elevado grau de reações químicas entre eles. Para ser considerado uma blenda, os compostos devem ter concentração acima de 2% em massa do segundo componente[2].


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Fonte: Revista Polímeros – Ciência e Tecnologia, vol. XVI, nº3.
Por: Fábio R. Passador, Luiz A. Pessan, Departamento de Engenharia de Materiais, UFSCar e
Antonio Rodolfo Jr., Braskem.

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